A notícia que agora circula o mundo, dando conta de que o presidente estadunidense congela a transferência da embaixada dos EUA de Telavive para Al-Quds (Jerusalém), pode indicar que o protetor de Israel e de suas políticas genocidas de LIMPEZA ÉTNICA e segregação racial, que construíram um verdadeiro regime de APARTHEID na Palestina, passou a pesar os prós e os contras de tal atitude, inclusive para sua segurança nacional e demais interesses de longo prazo, isto é, estratégicos.

Israel e suas políticas criminosas na Palestina e na região têm gerado, inclusive no restante do mundo, forte repulsa da opinião pública, e que se estende aos que as apoiam, especialmente aos EUA, visto como o único garantidor da impunidade israelense, graças ao seu poder de veto no Conselho de Segurança da ONU. Não são poucos os que manifestam sérias preocupações ante os efeitos negativos, nos médio e longo prazos, que o apoio acrítico a Israel traz para os EUA e seus interesses.

Quem sabe agora, diante da repulsa mundial ao reconhecimento de Al-Quds (Jerusalém) como a capital do ocupante, os EUA renovem sua política externa e passem a buscar a afirmação de uma paz justa para a Palestina, mediante a qual se poderá, também, estabilizar toda a região.

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